terça-feira, 30 de maio de 2023

Título: Droga na Adolescência: Uma Epidemia que Exige Atenção


  Em meio a um mundo em constante evolução, um tema preocupante e desafiador persiste: o uso de drogas entre os adolescentes. A adolescência é um período de transição marcado por mudanças físicas, emocionais e sociais, e muitos jovens encontram na experimentação de drogas uma forma de enfrentar os desafios dessa fase. No entanto, os efeitos nocivos dessas substâncias podem ser devastadores, impactando negativamente a vida dos jovens e suas famílias.

"Segundo levantamento realizado pelo Centro de Referência em Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod), órgão ligado à Secretaria da Saúde, a maconha é a droga mais consumida pelos adolescentes que estão na faixa dos 12 aos 18 anos.[...]"



https://images.pexels.com/photos/7947813/pexels-photo-7947813.jpeg?auto=compress&cs=tinysrgb&w=1600


 

"A pesquisa foi feita com base nos atendimentos realizados entre 2007 e 2009, com 112 jovens, e mostra que 59% dos usuários têm idades entre 14 e 16 anos. Quase a totalidade deles, 90%, é do sexo masculino. A maioria dos entrevistados, 67%, citou a maconha como droga mais consumida."

fonte: https://www.saopaulo.sp.gov.br/ultimas-noticias/maconha-e-a-droga-mais-consumida-por-67-dos-adolescentes/

 Em um cenário preocupante, a pesquisa revela que a maconha continua a exercer um forte apelo entre os jovens. Essa realidade demanda uma atenção redobrada por parte das autoridades e da sociedade como um todo. O consumo precoce da maconha traz riscos significativos para o desenvolvimento dos adolescentes, comprometendo não apenas o seu presente, mas também o seu futuro.

  É essencial que o debate sobre o consumo de maconha seja embasado em informações atualizadas e cientificamente comprovadas. A informação correta é uma ferramenta poderosa na prevenção no uso de substâncias ilícitas. É necessário desconstruir mitos e estereótipo, abordando riscos associados ao consumo e os danos que podem acarretar na vida dos jovens.

   Abaixo está um vídeo em que Eslen Delanogare, psicólogo de formação e neurocientista, falando sobre o uso da maconha e, posteriormente, o uso da droga na adolescência. 



  A responsabilidade não deve recair apenas sobres os ombros dos jovens, mas também sobre toda a sociedade. Os pais, educadores, profissionais de saúde e gestores públicos têm um papel crucial na construção de um ambiente saudável e seguro para os adolescentes.  


https://www.castanhal.pa.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/01-3-2-534x462.jpeg

"A família tem se destacado como fator de proteção ao uso de drogas, contudo, apresenta-se também como um fator motivacional relacionada com o incentivo ao uso de drogas em adolescentes."

fonte: http://periodicos.pucminas.br/index.php/pretextos/article/view/22463#:~:text=A%20família%20tem%20se%20destacado,uso%20de%20dorgas%20em%20adolescentes.


A importância da família no combate à droga




  A luta contra o consumo de drogas na adolescência é uma batalha contínua que exige a atuação de todos os setores da sociedade. Somente através da conscientização, da informação e do apoio mútuo poderemos proteger nossos jovens e ajudá-los a trilhar um caminho saudável e livre de substâncias prejudiciais. Juntos, podemos reverter essa epidemia e garantir um futuro promissor para as próximas gerações.



Aluno(a): Daniel Vitor B. de Oliveira 








Intolerância religiosa no Brasil e racismo religioso: um problema crônico

   A intolerância religiosa e o racismo religioso existem desde os tempos coloniais onde a escravidão de negros africanos e a marginalização de suas culturas era comum. Quase todos os dias em nosso país nos deparamos com casos de intolerância religiosa, a maioria envolvendo religiões de matriz africana como a umbanda e o candomblé.

 O objetivo dessa postagem é refletir como esse tema afeta a vida de muitas pessoas e alertar sobre a importância de combatermos esse problema. Buscarei nos seguintes tópicos esclarecer o tema utilizando relatos de vítimas e manifestações contra intolerância religiosa para todos compreenderem, também utilizarei divulgações de campanhas e estatísticas como forma de manter a fidelidade do assunto.





 
O Brasil é um estado oficialmente laico, ou seja, não adota nenhuma religião como oficial, além disso a Constituição Brasileira prevê liberdade na crença religiosa a todos os cidadãos assim afirmando a pluralidade religiosa em nosso país, no entanto a realidade mostra-se completamente diferente com as religiões marginalizadas.


 Em um levantamento feito pelo G1 aproximadamente 545 queixas por intolerância religiosa foram registrados até julho de 2022, nessa mesma matéria foi registrado o relato de Carolina Viegas, uma enfermeira de 35 anos e candomblecista que foi atingida por uma latinha de refrigerante enquanto caminhava até uma parada de ônibus, o ato foi seguido de gritos pejorativos como 'macumbeira' e 'coisa do diabo'.



Intolerância religiosa nas escolas




 Intolerância religiosa no ambiente de trabalho

 Uma jovem de 17 anos denunciou um caso de intolerância religiosa durante uma entrevista de emprego, a garota foi questionada sobre sua religião pelo entrevistador que afirmou não querer contratar 'nenhum tipo de macumbeiro'

 "Eu estranhei a pergunta. Pensei que se referia a região e que talvez o corretor do empregador estivesse trocando as palavras. Então, perguntei se era religião e ele confirmou que sim".

 Apesar de não fazer parte da religião, ela afirmou que desistiu da vaga por ter achado um absurdo a declaração do mesmo. Após o ocorrido, a jovem divulgou prints da conversa em suas redes sociais onde repercutiu entre os internautas, ela ainda disse que o entrevistador apagou as mensagens e não se desculpou.



(fonte:https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2022/11/25/jovem-denuncia-intolerancia-religiosa-em-entrevista-de-emprego-nao-quero-nenhum-tipo-de-macumbeiro.ghtml)

Intolerância religiosa contra terreiros

 Como se já não fosse o suficiente, muitos terreiros são vandalizados diariamente no Brasil inteiro, meliantes invadem casas de umbanda/candomblé para destruir imagens religiosas, interromper giras, furtar ou até pichar o lugar com frases preconceituosas.











Intolerância religiosa nas redes sociais


 A intolerância também está presente nas mídias sociais, desde grupos criados apenas para atacar pessoas de outras religiões como termos considerados ofensivos que são usados com frequência na terra sem lei da internet, há pessoas comparando orixás com demônios, relacionando as religiões de matriz africana com o satanismo, e etc...
(fonte:https://www.meioemensagem.com.br/midia/estudo-alerta-sobre-intolerancia-religiosa-nas-redes-sociais)



 No dia 21 de janeiro é comemorado o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, instituído e garantido pela Lei Federal nº 11.635, de 27 de dezembro de 2007, logo após a morte de Mãe Gilda, que sofreu um infarto fulminante depois que um grupo de religiosos invadiu sua casa e terreiro. Essa data não apenas reverencia a Mãe Gilda como também cria uma reflexão em relação aos crescentes atos de intolerância religiosa que por muitas vezes passa despercebido tanto pela lei quanto por todos os brasileiros ou é tratada como "vitimização" por pessoas ignorantes em relação ao assunto, por esse exato motivo que a conscientização por meio de campanhas é extremamente importante para que possamos pôr um fim ao preconceito de uma vez.






Autor (a) : Alanis Vilhena 

O Impacto das Redes Sociais na Vida dos Jovens: Conectados, mas a que Custo?

Introduzindo o assunto:

As redes sociais se tornaram uma parte inseparável da vida cotidiana dos jovens. Com a crescente acessibilidade à internet e o avanço da tecnologia móvel, plataformas como Facebook, Instagram, Twitter e TikTok se tornaram um meio de comunicação e expressão extremamente popular. No entanto, o impacto dessas redes na vida dos jovens é um assunto cada vez mais debatido. Enquanto alguns argumentam que as redes sociais podem ser benéficas, conectando pessoas e proporcionando oportunidades, outros levantam preocupações sobre os efeitos negativos na saúde mental e no bem-estar dos jovens. Neste artigo, exploraremos esse impacto complexo e examinaremos os prós e contras das redes sociais na vida dos jovens.

Conectividade e Interação:


Uma das principais vantagens das redes sociais é a capacidade de conectar pessoas de diferentes partes do mundo. Os jovens podem facilmente se comunicar com amigos e familiares, compartilhar interesses comuns e até mesmo fazer novas amizades. Além disso, as redes sociais têm proporcionado um espaço para que vozes antes silenciadas sejam ouvidas, permitindo que os jovens expressem suas opiniões e se envolvam em questões sociais e políticas.

Oportunidades e Aprendizado:


As redes sociais também oferecem uma ampla gama de oportunidades de aprendizado e crescimento para os jovens. Plataformas como o YouTube têm se mostrado valiosas para compartilhar conhecimento e habilidades, com tutoriais sobre diversos assuntos. Além disso, as redes sociais podem ser um trampolim para o empreendedorismo jovem, permitindo que os talentos sejam descobertos e comercializados.

No entanto, nem tudo são flores quando se trata das redes sociais. Vamos agora explorar os possíveis efeitos negativos dessas plataformas na vida dos jovens.

Pressão Social e Comparação:


Uma das maiores preocupações é o impacto negativo na saúde mental dos jovens. As redes sociais muitas vezes promovem uma cultura de comparação constante, onde os jovens podem se sentir inadequados ou insatisfeitos com suas próprias vidas ao verem os destaques da vida dos outros. O constante fluxo de imagens "perfeitas" e conquistas exibidas nas redes sociais pode levar à baixa autoestima, ansiedade e até mesmo depressão entre os jovens.  

Cyberbullying e Exposição Excessiva:


Outra questão preocupante é o aumento do cyberbullying nas redes sociais. Os jovens podem se tornar alvos de bullying online, o que pode ter efeitos devastadores em sua saúde emocional e bem-estar geral. Além disso, a exposição excessiva nas redes sociais pode levar à falta de privacidade e ao compartilhamento imprudente de informações pessoais, colocando os jovens em risco de crimes virtuais e abusos.


Conheça mais sobre o Cyberbullying:

Fonte: YouTube


Distração e Dependência:


As redes sociais são projetadas para serem cativantes e viciantes, o que pode levar a uma dependência prejudicial. Muitos jovens acabam gastando um tempo excessivo navegando nas redes sociais, comprometendo suas responsabilidades e produtividade. Além disso, o constante uso das redes pode interferir no sono adequado, afetando o bem-estar físico e mental dos jovens. A dependência das redes sociais também pode levar à diminuição das interações face a face, prejudicando o desenvolvimento de habilidades sociais e relacionamentos saudáveis. É importante que os jovens estabeleçam um equilíbrio saudável entre o tempo gasto nas redes sociais e outras atividades importantes em suas vidas, garantindo assim um uso consciente e controlado dessas plataformas.


A professora da Faculdade de Psicologia da UFJF, Fabiane Rossi, explica que muitos motivos podem levar à procrastinação como:

“A preocupação excessiva com a própria capacidade de fazer as coisas corretamente, a falta de interesse na tarefa, a falta de organização ou até mesmo dificuldades na organização das atividades”.

Fonte: https://www.brasilparalelo.com.br/noticias/procrastinacao-e-um-dos-maiores-problemas-educacionais-da-atualidade-afirma-psicologo-canadense


Vença a procrastinação:


Fonte: YouTube

Conclusão:


As redes sociais têm um impacto complexo na vida dos jovens, proporcionando conectividade e oportunidades, mas também trazendo desafios como pressão social e dependência. Encontrar um equilíbrio saudável no uso das redes sociais é fundamental para preservar o bem-estar e a saúde mental dos jovens

Autor: Lucas Guimarães Sena

Todas as imagens utilizadas nesse artigo são de uso livre!

domingo, 28 de maio de 2023

Pedofilia virtual: a perversão escondida na web e a problemática em confiar nas pessoas da internet

78% das crianças e adolescentes brasileiros entre 9 e 17 anos utilizam as redes sociais. Os dados são da pesquisa Tic Kids Online Brasil 2021.

Desta maneira, com tantas crianças e adolescentes vinculadas às redes sociais, aumentaram os casos de pedofilia ligados a este meio. Para os chamados "predadores virtuais", a internet tornou-se um lugar onde eles podem, facilmente, explorar da inocência infantil. Eles estão, geralmente, nas redes sociais e nos jogos online, locais onde podem mascarar mais rapidamente seus nomes, idade, gênero, rosto e intenções.

No dia 31/08/2022, a Policia Civil do Distrito Federal prendeu um estudante de medicina de 30 anos suspeito de mandar e receber fotos e vídeos de cunho sexual de crianças de até 13 anos.

O criminoso agia por meio de jogos online, no qual ele se comunicava mais especificamente com meninos e dizia que conseguiria posições de destaque e recompensas no jogo a fim de ganhar a confiança dos jovens. Segundo a policia, ele agia no Distrito Federal, Mato Grosso e em Minas Gerais

O homem estava sendo procurado desde 2021, quando a mãe de uma das vitimas percebeu que o seu filho conversava com o aliciador fazia um mês em um aplicativo de jogos online.

Nas conversas da plataforma e em outros aplicativos de mensagem, a vitima era aliciada pelo homem, o qual pedia fotos e vídeos pornográficos, ao mesmo tempo em que recebia fotos e vídeos de cunho sexual.

Fonte: https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2022/09/01/estudante-de-medicina-e-preso-por-induzir-criancas-a-mandarem-fotos-nuas-em-jogos-online-veja-conversas.ghtml

Fonte: https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2022/09/estudante-de-medicina-preso-por-pedofilia-utilizava-jogos-online-para-induzir-criancas-a-mandarem-fotos-nuas.ghtml

O caso deste predador virtual nos faz perceber o quanto a internet, embora ajude em diversos aspectos, pode ser perigosa, principalmente para as crianças e adolescentes que, se não tem o apoio e conversas com seus responsáveis, se tornam mais vulneráveis aos casos de pedofilia virtual.

Na sede da Policia Federal, em Brasília, são recebidas diversas denúncias, do país inteiro, a respeito deste crime cibernético, a equipe responsável por investigar este problema tenta  encontrar os responsáveis por enviar, gravar, transmitir a pornografia infantil e localizar aliciadores de menores por meio de sites e jogos.

    

                                                                     Fonte: Youtube

Hoje em dia, os casos de pedofilia virtual estão cada vez mais frequentes em nossa sociedade, pensando nisso, tornou-se agora, mais do que nunca, essencial a conversa entre pais e filhos e, até mesmo, nas escolas, a fim de que as crianças tenham conhecimento sobre o que pode acontecer com elas, para que não estejam vulneráveis aos ataques vindos das pessoas que estão na internet. É essencial que as crianças e adolescentes sejam educados para não confiar em qualquer pessoa da internet, além disso, é crucial que os pais conversem com seus filhos e estes tenham um bom diálogo para que, caso algo aconteça, as vitimas deste crime não sofram caladas. E, caso seja necessário, as vitimas devem ligar para o número 081-3184-3206 / 3207 (delegacia de repressão aos crimes cibernéticos).


Autoria: Maria Eduarda Morais Silva



terça-feira, 23 de maio de 2023

Como fazer postagem no Blog - Parte 1

Como colocar um Vídeo e uma imagem no Blog -Parte 2

Como ver pelo celular como se fosse pelo Computador - Video melhor

Postagem Teste

 



A conversa ocorreu em um grupo chamado "Oficiais PMDF". Na troca de mensagens, os policiais comentavam sobre possíveis manifestações em Brasília.

Em um momento da conversa, Flávio diz que, em caso de protestos, era para deixar invadir o Congresso Nacional. No fim do texto, ele enviou "kkk".

Fonte: https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2023/05/23/lesa-patria-na-primeira-manifestacao-e-so-deixar-invadir-o-congresso-disse-major-da-pm-em-grupo-de-conversa-de-militares.ghtml


Vídeo



Fonte: Youtube



Fonte: https://yt3.googleusercontent.com/ytc/AL5GRJVFThswkx8baunUnIu4Fmrd8GLGHsQ0A8NAHbEfV88=s900-c-k-c0x00ffffff-no-rj



segunda-feira, 22 de maio de 2023

Desafiando o Racismo: O Caminho para uma Sociedade Mais Justa

 

Desafiando o Racismo: O Caminho para uma Sociedade Mais Justa

 

Nos cantos mais obscuros da sociedade e nos corações mais divididos, o racismo persiste como uma ferida aberta que continua a desafiar nossa noção de igualdade e justiça. Embora avanços significativos tenham sido feitos ao longo dos anos, é inegável que a discriminação racial ainda permeia diversas esferas de nossas vidas, moldando as experiências e oportunidades de indivíduos ao redor do mundo.

Esta postagem tem como objetivo jogar luz sobre o tema do racismo e suas consequências. Exploraremos as raízes históricas dessa problemática, suas manifestações contemporâneas e as vozes corajosas que se levantam para combatê-lo. Ao investigar as implicações sociais, emocionais e econômicas do racismo, buscamos ampliar a compreensão coletiva e promover um diálogo franco e construtivo.

 Ao longo das próximas páginas, mergulharemos em narrativas reais, compartilhadas por indivíduos que enfrentaram o racismo em suas vidas diárias. Ouviremos suas histórias de resistência, resiliência e luta por justiça. Também faremos um balanço dos esforços políticos, sociais e culturais em andamento para confrontar o racismo, destacando iniciativas promissoras que estão moldando um futuro mais inclusivo.



Este não é um problema isolado; o racismo transcende fronteiras geográficas e culturais. Portanto, exploraremos casos emblemáticos ao redor do mundo para entender as diferentes realidades e desafios enfrentados por comunidades marginalizadas. Além disso, ouviremos especialistas, acadêmicos e ativistas que oferecem insights valiosos sobre as causas profundamente enraizadas do racismo e as estratégias para sua superação.

Enfrentar o racismo não é apenas uma questão de justiça, mas também uma responsabilidade moral e social que todos devemos compartilhar. Somente quando reconhecemos o poder do amor, da empatia e do respeito mútuo podemos desafiar as estruturas de discriminação e caminhar em direção a uma sociedade mais justa e equitativa.



Convidamos você a embarcar nessa jornada conosco, a abrir os olhos e o coração para as realidades que estão diante de nós. É hora de desafiar o racismo, de nos unirmos como agentes de mudança e de forjar um futuro onde a igualdade prevaleça sobre a intolerância.

Racismo no Esporte



Racismo Hoje no Futebol


Racismo no Pará 


Racismo na Escola


Racismo no Pará

Uma idosa negra de 81 anos afirma ter sido vítima de racismo, após sair do supermercado Cidade em Belém na última sexta-feira (11). O g1 tentou contato com a empresa, mas não ainda obteve resposta.

 

O caso foi no bairro da Pedreira, onde Nilza Sacramento mora há 30 anos, e acabou gerando revolta entre moradores, além de protesto.

 

Nilza, que é líder comunitária, disse que olhava panos de prato, quando percebeu que estava sendo vigiada por seguranças do supermercado.

 

"Eu acho que a cor preta está sendo discriminada, todo preto eles pensam que é ladrão".

Segundo o relato, um homem passou duas vezes por ela enquanto estava mexendo nas flanelas. "O segurança passou por mim, depois tornou a voltar, mas como ele estava só olhando, nem liguei".

 

Na saída, a idosa contou que foi abordada pelo segurança, que teria a constrangido na frente de outros clientes.

 

"Quando cheguei na porta, ele me pegou pelo braço, e disse que estava presa, porque eu teria roubado uma flanela, que estava dentro da minha bolsa. Ele tirou a minha bolsa, botou em cima do balcão, e quando ele abriu, não tinha flanela".

Nilza é conhecida pela comunidade como dona Anastácia e é bastante conhecida no bairro.

 

Paulo Roberto, que é presidente da Liga das Escolas de Samba da Pedreira, disse que a comunidade jamais imaginava que dona Anastácia passaria por isso, por ser muito conhecida. "Ela é um ícone no bairro, uma das pessoas que todo mundo conhece no bairro da Pedreira".

 

"Isso atinge a todos nós negros da Pedreira, que é um bairro preto. Isso não pode ficar em vão", ele diz.

Em nota, a Polícia Civil disse que o caso foi registrado pela Seccional da Pedreira e que partes foram ouvidas, mas a Polícia entendeu que o caso não foi configurado como injúria racial.

 

Neste domingo (13), amigos, representantes de movimentos sociais e instituições que defendem os direitos humanos se reuniram em frente à casa de Nilza para apoiá-la, além de cobrar respeito e providências.

 

"Essa manifestação é um alerta para dizer que não vamos nos calar, nem deixar esse crime impune. Alguém tem que pagar por isso. Então a acolhida pra Anastácia é para justamente dizer que ela não está só, e que precisamos dar nosso grito de guerra", afirma a aposentada Help Luna.

 

O protesto e o carinho da comunidade emocionou Nilza. Ela disse que teve a dignidade abalada com o que aconteceu.

 

"Me sinto doente, não estou bem. A minha idade não permite que eu passe por esse vexame".

 Fonte: https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2022/03/14/idosa-negra-de-81-anos-diz-ter-sofrido-racismo-ao-ser-abordada-por-seguranca-de-supermercado-em-belem.ghtml

Como combater o Racismo


O que nós achamos do Racismo?


Autor: Ângelo Góes

Exemplo de modelo de postagem, com texto, 

Liberdade de expressão e seus limites na sociedade atual

 Liberdade de expressão é o direito de qualquer um manifestar, livremente, opiniões, ideias e pensamentos pessoais sem medo de retaliação ou...